dizes-me que tivémos o nosso tempo: qual tempo? aquele em que me telefonavas cem vezes por dia e eu não atendia? aquele em que mandavas uma mensagem de 10 em 10 minutos e eu ignorava? tu és o que eu sempre sonhei e hoje sei que foste real... mas perdi-te. deixei-te fugir como fogem as andorinhas no Inverno e hoje sei também que mudámos. mudámos de caminho. mudámos de cáfés. digo-te que continuamos amigos mas dentro de mim há uma voz que me diz que não há mais volta para o que deitamos fora... agora já não nos encontramos. já não há lágrimas. e tudo o que tu passaste, agora passo eu - é justo. hoje ficam só meia dúzia de memórias doces que um dia substituirei por outras. cortámos laços. eu estou mais sozinha. tu só mudaste de amores... um dia destes já nem nos reconhecemos na rua.
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"Sem fé, você dizia, sem amor, sem perdão, sem
caridade, seremos eternos peregrinos em busca de uma felicidade que jamais será
alcançada."
2 comentários:
Por isso é que eu digo, sempre que o telefone toca, o que há a fazer é atender depressa. Porque quando estivermos com vontade para atender, pode ser que ele já tenha deixado de tocar.
Por mais que o mundo rode tudo tem solução se ainda o amas telefona ele vai atender,se realmente te amar tem esperança
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